Alimentação e Hiperatividade!

Por Dra. Marcela Sansone (@nutri_holistica)

Você sabia que existe uma estrita relação entre alimentação e a psicologia. Mas como? É fácil, se pararmos para pensar conseguimos ter uma visão mais ampla e lógica. Os alimentos são constituídos por diferentes vitaminas e minerais que os tornam únicos. Por exemplo, o TOMATE é vermelho em função da grande quantidade de LICOPENO contida nele, a CENOURA e ABÓBORA possuem essa cor alaranjada devido aos CAROTENOIDES.

Desta forma fica mais fácil entender porque diferentes alimentos causam diferentes reações ao nosso organismo. Os nutrientes, além de tornarem os alimentos específicos em relação a aparência os tornam específicos em relação a sua função. O excesso ou deficiência de algum nutriente pode estimular ou desacelerar uma reação do corpo. Por exemplo, o excesso da cafeína em algumas pessoas age no sistema nervoso central, estimulando a taquicardia, podendo aumentar a pressão arterial.
Como relacionar essas informações a HiperAtividade?

Vamos por partes:

A hiperatividade, denominada na medicina de desordem do déficit de atenção, pode afetar crianças, adolescentes e até mesmo alguns adultos. Os sintomas variam de brandos a graves e podem incluir problemas de linguagem, memória e habilidades motoras

Como sabemos a alimentação atualmente é caracterizada pelo alto consumo de alimentos industrializados, ricos em corantes, conservantes, aromarizantes e realçadores de sabor, sem contar nas gorduras e açucares e pobres em nutrientes essenciais, como vitaminas e minerais.

O consumo de aditivos e corantes alimentares tem demonstrado aumentos de reações como: impulsividade e diminuição da atenção, além disso é importante destacar que já foi comprovado que vários corantes alimentícios artificiais são causadores de ALERGIAS E INTOLERÂNCIAS, especialmente o amarelo Tartrazina.

Um dos aditivos que devemos ter muita atenção é o: Salicilato. Diferentes fontes vêm demonstrando relação direta entre a Hiperatividade e os SALICILATOS.

Então você pergunta, aonde posso encontrar este aditivo? Infelizmente ele está presente em diversas fontes. Olhe alguns exemplos:

• Amêndoa,


• Maçã,


• Damasco,


• Banana,


• Cereja,


• Uva,


• Limão,


• Melão,


• Nectarina,


• Laranja,


• Pêssego,


• Ameixa,


• Ameixa-seca,


• Uva passa,


• Framboesa,


• Pepino,


• Ervilha,


• Pimentão-verde,


• Pimenta-malagueta,


• Picles e


• Tomate

Acredito que após você ter visto todos esses alimentos, inclusive muitos deles saudáveis, deve estar com o cabelo em pé, se perguntando como vou retirar todos estes alimentos da alimentação do meu filho. A palavra chave é Calma. Primeiramente é necessário pensar que é um processo lento, provavelmente estes alimentos serão retirados completamente por um curto periodo, como tratamento, depois eles poderão ser reintroduzidos a alimentação gradualmente.

Por isso a busca por auxílio de um profissional qualificado, como nutricionista é imprescindível!

Além destes alimentos citados acima, outras opções devem ser evitadas sem necessidade de reeintrodução. São alimentos considerados maléficos a saúde, como:

• Guloseimas,


• Balas,


• Doces,


• Bolos,


• Refrigerantes,


• Sucos de saquinho,


• Gelatina,


• Congelados (nuggets, empanados, lasagna) e


• Enlatados,


• Temperos artificiais (caldo de carne, legume e peixe, sopa pronta),


• Café,


• Chocolate.

Fique atento, além dos alimetos que devem ser evitados existem aqueles que DEVEM estar presentes diariamente, é o caso dos alimentos fontes de Õmega 3 (linhaça, azeite, salmão, atum e sardinha). Eles regulam alguns neurotransmissores da Serotonina. Responsável pela sensação de Bem estar e diminuição dos sintomas da Hiperatividade.

Fonte: http://nutricaoolistica.blogspot.com/2010/12/alimentacao-e-hiperatividade.html

1 comentários:

Emagrecer sem dieta disse...

Muito boa materia.. Hiperatividade é um problemão hoje em dia.

9/2/12

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