
A prática esportiva exige um aumento no consumo de vários nutrientes que a alimentação deve conter. No entanto, antes de optar por suplementação nutricional, é preciso diferenciar o indivíduo fisicamente ativo, o esportista e o atleta.
A atividade física pode ser considerada qualquer movimento corporal que envolva contração muscular voluntária e que eleve o gasto energético acima da taxa metabólica basal. Isso quer dizer que caminhar até a padaria, passear com o cachorro, dançar e realizar atividades comuns do dia-a-dia podem ser consideradas atividades físicas. Já o exercício, por definição é qualquer atividade física desde que obedeça a uma intensidade, frequência e duração controladas. São exemplos de exercícios a musculação, as aulas de aeróbica, o cooper, etc. Para que o indivíduo seja caracterizado como atleta, o exercício deve levar em conta o caráter competitivo, onde a busca da melhor performance é um dos principais aspectos relacionados.
Essas diferenças são fundamentais quando o assunto é suplementação nutricional. Existem evidências científicas concretas de que a dieta é perfeitamente capaz de suprir as necessidades nutricionais aumentadas das pessoas fisicamente ativas e dos esportistas, adequar o peso corporal, a relação entre massa magra e tecido adiposo e oferecer vitaminas, minerais, fibras e hidratação de acordo com as necessidades individuais. Ou seja, caso o indivíduo consuma uma dieta saudável, torna-se desnecessário o uso de suplementos nutricionais.
Já realização de suplementação vitamínica em atletas e esportistas é tema controverso e de grande discussão na literatura, já que há estudos que demonstram o aumento da produção de radicais livres de oxigênio durante exercício físico promovendo o aparecimento do estresse oxidativo. Acredito que o ajuste da dieta, em termos de macronutrientes, para as maiores necessidades calóricas decorrentes das atividades esportistas, proporciona concomitantemente ajuste no consumo de micronutrientes. Portanto, o estilo de vida saudável, incluindo dieta balanceada, elevado consumo de frutas e vegetais ricos em nutrientes com ação antioxidante e de acordo com as DRIs, é a melhor maneira de orientar esportistas. Se houver necessidade do uso de suplementos alimentares, é importante que se mantenha a alimentação da forma mais saudável possível e que se tenha a orientação de um profissional especializado.
A atividade física pode ser considerada qualquer movimento corporal que envolva contração muscular voluntária e que eleve o gasto energético acima da taxa metabólica basal. Isso quer dizer que caminhar até a padaria, passear com o cachorro, dançar e realizar atividades comuns do dia-a-dia podem ser consideradas atividades físicas. Já o exercício, por definição é qualquer atividade física desde que obedeça a uma intensidade, frequência e duração controladas. São exemplos de exercícios a musculação, as aulas de aeróbica, o cooper, etc. Para que o indivíduo seja caracterizado como atleta, o exercício deve levar em conta o caráter competitivo, onde a busca da melhor performance é um dos principais aspectos relacionados.
Essas diferenças são fundamentais quando o assunto é suplementação nutricional. Existem evidências científicas concretas de que a dieta é perfeitamente capaz de suprir as necessidades nutricionais aumentadas das pessoas fisicamente ativas e dos esportistas, adequar o peso corporal, a relação entre massa magra e tecido adiposo e oferecer vitaminas, minerais, fibras e hidratação de acordo com as necessidades individuais. Ou seja, caso o indivíduo consuma uma dieta saudável, torna-se desnecessário o uso de suplementos nutricionais.
Já realização de suplementação vitamínica em atletas e esportistas é tema controverso e de grande discussão na literatura, já que há estudos que demonstram o aumento da produção de radicais livres de oxigênio durante exercício físico promovendo o aparecimento do estresse oxidativo. Acredito que o ajuste da dieta, em termos de macronutrientes, para as maiores necessidades calóricas decorrentes das atividades esportistas, proporciona concomitantemente ajuste no consumo de micronutrientes. Portanto, o estilo de vida saudável, incluindo dieta balanceada, elevado consumo de frutas e vegetais ricos em nutrientes com ação antioxidante e de acordo com as DRIs, é a melhor maneira de orientar esportistas. Se houver necessidade do uso de suplementos alimentares, é importante que se mantenha a alimentação da forma mais saudável possível e que se tenha a orientação de um profissional especializado.
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