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Culinária Japonesa

Por Lunara Freitas A culinária milenar japonesa é denominada pela presença do arroz branco ( hakumai , 白米 ), ao contrário do que muitos pensam ser o principal componente o sushi ou as refeições formais elegantemente estilizadas kaiseki que são parte da cerimônia do chá japonesa . Qualquer outro prato servido durante uma refeição - peixe , carne , legumes , conservas - é considerado como um acompanhamento, conhecido como okazu . É utilizado um tipo de talher diferente, denominado hashi . Originário da China , consiste em dois pequenos bastões de madeira, plástico ou metal. Após a 2ª Guerra Mundial ocorreu uma grande mudança nos hábitos alimentares dos japoneses, que depararam-se com os hábitos alimentares ocidentais, como o consumo de carne vermelha, que encontrou um pouco de resistência no início, mas logo foi incluída em sua alimentação, do que temos como exemplo o sukiaki , prato à base de carnes e vegetais. O Japão é um dos países que mais devotam capricho e imaginação à apresent...

AVEIA

Por Rosangela Bottari Em 1997 a aveia foi regulamentada como alimento funcional por auxiliar na redução de colesterol, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares. A aveia obteve esta certificação por possuir ß-glucana, um polissacarídeo presente na fração solúvel da fibra de aveia. A ß-glucana é responsável por parte das vantagens nutricionais proporcionadas pelo consumo da aveia. Ao entrarem em contato com a água, as fibras solúveis formam géis que tornam o bolo fecal maior e mais viscoso e, com isso, ocorre uma menor absorção de substâncias presentes neste bolo, como glicose e colesterol, devido a uma menor ação de enzimas digestivas. O tipo de aveia que possui maior quantidade de ß-glucanas é o farelo de aveia, seguindo dos flocos e farinha de aveia. Além da fibra solúvel a aveia, também possui fibras insolúveis, vitaminas, minerais, proteínas de boa qualidade e gordura poliinsaturada que é benéfica para o organismo. Outros benefícios da aveia: Prevenção de doenças cardio...

Maracujá

Por   Carolina Silva Maracujá, nome popular dado a várias espécies do gênero Passiflora (maior família Passifloracea) vem de maraú-ya, que para os indígenas significa “fruto de sorver” ou “polpa que se toma de sorvo”. Vários estudos indicam a presença de substâncias polifenólicas, ácidos graxos e poliinsaturados e fibras e substâncias que indicam o potencial do maracujá como um alimento funcional (alimentos que além da sua função de nutrição, podem prevenir ou auxiliar na recuperação de determinadas doenças). Porém o maracujá é famoso por seu ativo calmante, rico em vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, ferro e fósforo. Quando ingerido é fonte de beta caroteno (transformando em vitamina A), vitaminas: C, B2 (riboflavina) e B3 (niacina). Além disso, contém uma substância  chamada passiflora ou maracujina que têm como propriedade sedativa que não causa dependência. Na forma de suco e chá, é indicado para distúrbios do sono (insônia), transtornos da ansiedade, ...

Carga Glicêmica

Por Giuliana Esteves O diabetes melito (DM) é uma síndrome de etiologia múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade da insulina de exercer adequadamente seus efeitos. Caracteriza-se por hiperglicemia crônica, freqüentemente acompanhada de dislipidemia, hipertensão arterial e disfunção endotelial, e cuja prevalência tem aumentado de forma exponencial, adquirindo características epidêmicas, sobretudo nos países em desenvolvimento. O controle da glicemia é considerado o principal objetivo no manejo do DM, sendo as técnicas dietéticas que previnem a hiperglicemia pós-prandial importantes na limitação das complicações. As tradicionais recomendações para se prevenir a hiperglicemia eram baseadas na estrutura química do carboidrato consumido. No entanto, atualmente, sabe-se que tanto a quantidade como também o tipo de carboidrato inerente aos alimentos exercem influência na glicemia. Diferentes fontes de carboidrato variam quanto às suas taxas de absorção e, conseqü...

Dieta Mediterrânea

Por Fabio Reynol, de Águas de Lindoia (SP) Agência FAPESP  – Com índices de mortalidade por câncer e doenças cardiovasculares inferiores à média mundial e menor incidência de doenças como Parkinson e Alzheimer, os países da costa do mar Mediterrâneo têm muita coisa a ensinar sobre saúde aos demais. A opinião é de Elliot Berry, professor do Departamento de Nutrição e Metabolismo da Escola de Medicina Hadassah da Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel, que proferiu no dia 27 palestra na 25ª Reunião da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), em Águas de Lindoia (SP). Segundo Berry, a boa saúde dos povos mediterrâneos se explica em parte pela alimentação. Mesmo culturalmente diferentes, os países da região partilham alguns ingredientes em comum, entre os quais sete se destacam: trigo, cevada, uva, figo, tâmara, romã e azeitona. “São alimentos antigos e citados na Bíblia. Dois deles – romã e azeite de oliva – são especialmente bons para a saúde. O azeite...

Suplementos Alimentares: devo ingerir?

Por Lunara Freitas http://nutricao-nutri.blogspot.com Suplementos alimentares ou nutricionais são, em geral, substâncias encontradas naturalmente nos alimentos que foram isoladas no intuito de otimizar seus efeitos. Dentre eles, os mais conhecidos são os aminoácidos, carboidratos, vitaminas e sais minerais. São utilizados por pessoas com deficiências nutricionais decorrentes de doenças ( anemias , verminoses), fases que requerem maiores quantidades de um nutriente (gravidez, envelhecimento) ou por praticantes de atividade física, melhorando seu desempenho e atuando nas reposições das perdas decorrentes dessas atividades. Atualmente, os maiores consumidores destes suplementos são os freqüentadores de academias e atletas. Muitos suplementos aumentam a eficiência dos exercícios, favorecem o ganho de massa muscular e perda de gordura e beneficiam quase todas as funções orgânicas possibilitando melhores resultados. A maioria dos suplementos exerce suas funções muito bem se ingeridos com ...